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OLYMPIC NATIONAL PARK - O MONTE OLIMPO DA REALIDADE - PARTE 3

     Fico imaginado como as filmagens da saga Crepúsculo devem ter alterado a rotina da cidade de Forks, afinal ela tem apenas 3.175 habitantes e fica bem isolada dos grandes centros. Aqui não existem as cadeias de lojas e restaurantes tão famosas nos Estados Unidos.

      Forks é muito charmosa e organizada, como já estava passando da hora do almoço, resolvemos comer em algum dos restaurantes da cidade. Assim como toda cidade pequena aqui não tem muitas opções, paramos que meio por acaso, pois gostei da fachada e tinha muitos carros o que indicava que devia ser bom, no restaurante Pacif Pizza (870 S Forks Ave, Forks, WA, 98331 - 11:00am às 09:00pm).

      O restaurante foi uma grata surpresa, escolhemos opções de massa: eu fui de Spaguetti and Meatballs Smalls por U$ 7,95 e meu marido de Rigatoni Alfredo Large U$ 11,15, todos os pratos acompanham um buffet de saladas em que você pode montar montar o prato, uma única vez, da maneira que quiser. A comida era muito saborosa e o buffet maravilhoso. O cardápio, assim como toda a cidade, faz menção à saga Crepúsculo.

     Após almoçarmos, seguimos andando para o Forks Outfitters (950 S Forks Ave., Forks, WA, 98331) que além de ser uma loja interessante, virou atração turística uma vez que foi que a personagem Bella trabalhava.


     Depois voltamos um pouco para visitar mais dois pontos de interesses que são a Prefeitura (500 E Division Street, Forks, WA) onde fica o distrito policial onde o pai da Bella trabalhava e logo ao lado a casa dos Cullen (654 E Division Street, Forks, WA, 98331, WA) que hoje em dia é uma pousada.


     Logo após fica o cenário mais icônico do filme a escola Forks High School (261 Spartan Avenue, Forks, WA). Infelizmente, a escola utilizada nas gravações foi quase toda demolida. Hoje só podemos reconhecer a placa e o campo de futebol. 

     Existem outras atrações referentes à saga, mas como não somos fãs e tínhamos pouco tempo paramos apenas no Centro de Visitantes que fica na Chamber of Comerce (1411 S Forks Avenue, Forks) antes de seguir novamente viagem. Estacionados bem de frente estão 2 caminhotes da Bella. Por que duas? Porque a caminhote descrita no livro é de um modelo, mas a que foi usado no filme é diferente. Então, inicialmente, somente uma igualzinha à do livro estava lá, mas depois a produção do filme doou a caminhete original usada nas gravações para a cidade.


     Dentro do Centro de Visitantes você ganhará um mapa com todas as atrações marcadas e encontrará muitos produtos relacionados aos filmes e imagens em tamanho real dos atores. Há também um mapa mundi no qual todos são convidados a colocar um alfinete em sua cidade de origem. Por incrível que pareça o mapa do Brasil estava repleto de alfinetes.

        Seguimos para o Hoh Rain Forest Visitor Center que fica na segunda região mais chuvosa dos EUA, ela recebe mais de 5.080mm de chuva por ano, perdendo apenas para a ilha de Kauai, do Hawaii. Grande parte desta precipitação vem em forma de neve e cobre a cadeia montanhosa onde está o belíssimo e nevado Monte Olympic. (2.432m).

      Toda essa chuva forma um ecossistema riquíssimo, coníferas gigantes como a Douglas Fir crescem saudáveis e cobertas de musgos. Plantas rasteiras ganham nutrientes suficientes para se multiplicar. Manadas de Roosevelt Elk, o maior entre as 4 subespécies de elks na América do Norte, chega a 3 metros de comprimento e mais de 500kg! Eles se alimentam de gramíneas, frutas e outras plantas, com preferência especial pela salmonberry.

       A pessoa que vos escreve, mesmo sabendo que tratava-se de uma região chuvosa esqueceu de levar capa de chuva, guarda-chuva ou casaco impermeável e aguentou uma garoa fina o percurso inteiro e, em alguns momentos uma chuva mais intensa.

         A estrada que leva ao Centro de Visitantes e às trilhas não tem outra saída, ou seja, você vai ter que entrar e sair pelo mesmo caminho. Aqui você terá que pagar entrada se não tiver feito isso no Hurricane Ridge, como já tínhamos pago apenas apresentamos o comprovante de pagamento na cancela de entrada.

        Fizemos duas trilhas maravilhosas a The Hall of Mosses (1,3km) e a Spruce Nature Trail (2km) que são fácies de fazer e bem planas e dão uma ótima ideia da floresta.




        O tamanho das árvores realmente impressiona, a floresta é tão densa que quase não senti a chuva que insistia em cair a todo instante. Foi um dos lugares mais impressionantes que fomos nesta viagem.

      Na saída para o nosso Hotel Cassino ainda tivemos tempo e disposição de conhecer a Ruby Beach que é considerada a praia mais bonita de Washington, com suas pedras polidas pelo vai-e-vem das grandes mares do Pacífico. É uma praia única, pois consegue reunir a vista do alto do penhasco, o encontro do Cedar Creek, falésias e ilhas de pedra em um mesmo cenário.

      O acesso para a praia é um pouco difícil, do estacionamento você deve pegar uma trilha, com uma descida um pouco íngreme e com muitas pedras e troncos de árvore no caminho e, como era de se esperar, com minha amiga chuva fazendo companhia.

      A visão é algo indescritível, ficará para sempre em nossas memórias. Acho que foi por isso que quando questionada pela senhora do Visitor Center de Forks para onde iria nessa viagem, ao informar que Ruby Beach estava no meu roteiro ela abriu um sorriso e disse: parabéns, você pensa fora da caixa. Isso porque a maioria dos visitantes escolhe conhecer a praia de La Push, que é mais próxima de Forks e foi cenário da saga, ela era o lar dos lobisomens,



        Cansados e realizados, pegamos uma longa estrada para o nosso hotel, que era um agradável cassino (Little Creek Casino) na pequena cidade de Shelton, próxima à Olympia. 
    

OLYMPIC NATIONAL PARK - O MONTE OLIMPO DA REALIDADE - PARTE 2

     No post anterior comecei a escrever sobre a nossa viagem ao Olympic National Park, que foi um dos pontos altos da nossa road trip. Qualquer dúvida basta acessá-lo: Parte 1.

     Pois bem, no final da Hurricane Ridge Road fica um pequeno Visitor Center, com uma lojinha, banheiros e um deck de observação com binóculos. Ele é muito pequeno e não tem muito o que se ver, além de uma maquete do parque e um mapa com os locais mais fáceis de se encontrar animais da fauna loco, mas é uma construção charmosa, com muita madeira. Vale a visita.



     Como o clima do Olympic National Park é sempre muito nublado e chuvoso a vista a partir do deck de observação do Visitor Center ficou um pouco prejudicada, mas mesmo assim muito bonita e, de vez em quando, uma rajada de vento limpava um pouco o céu melhorando a visibilidade.


DICA: Se você tem pouco tempo na região, ou quer economizar, minha dica é não subir a Hurricane Ridge até o final, passando pela cancela de entrada do parque. Você economizará U$ 25,00 e terá uma visão geral do parque muito boa.

     De lá seguimos pela US 101 até o Lake Crescent que foi a grande surpresa desse passeio, além de ter entrada gratuita (não precisa pagar a entrada do parque para se chegar até ele), foi a área mais bonita e equipada que visitamos no Olympic National Park. Essa área soma trilhas populares, pontos para tomar banho e vistas incríveis. O Lake Crescent Lodge é lindo, tem um deck de madeira sobre o lago que vale a visita por si só. Ficamos um tempo ali, sentados e observando a beleza do lugar.


     Como vocês podem ver no vídeo acima, o local parece ser bem popular, vimos diversas famílias chegando com material pesca, preparados para fazer trilha ou apenas curtindo o lago.


     O Lake Crescent é o segundo lago mais profundo do estado de Washington, ele tem oficialmente 190m de profundidade, mas dados extraoficiais já indicaram ser de mais de 300m!




     A estrada que leva ao Lake Crescent Lodge se bifurca, uma leva ao Lodge e o lago e a outra ao Storm King Ranger Station, com vista para o Mount Storm King e Pyramid Peak. O Ranger Station conta a história da área e tem uma mostra de fotos fantástica. E é a partir daqui que começa a trilha Marymere Falls de 1,5 milhas. A cachoeira é pequena, mas a floresta e o caminho compensam a caminhada que não é moleza, tem muitas subidas e até escadas, mas o caminho é permeado por bancos de madeira para você se sentar e apreciar a vista enquanto recobra as energias.


     No estacionamento do King Storm Ranger vimos mais um amiguinho de 4 patas que pastava tranquilamente ignorando os visitantes do parque, Na foto acima dá para vê-lo ao fundo.


    Bem de frente da Marymere Falls tem um banquinho, fiquei nele recobrando o fôlego e apreciando a vista. Uma trilha continua a partir da cachoeira, com ainda mais subidas, como já estava cansada e ainda tínhamos muita estrada pela frente decidimos não fazê-la.

     Na volta tivemos mais companhias de veados, esse eram de uma espécie diferente, observe os chifres deles.        



     Nossa próxima parada será na cidade de Forks, cenário dos filmes da famosa saga Crepúsculo.


TROCANDO IPHONE COM PROBLEMAS POR OUTRO NOVO NA APPLE

     Em uma das minhas viagens aproveitei para comprar o Iphone 6 Plus (sorte minha, porque depois dessa compra o dólar deu uma disparada inacreditável) em Chicago. Durante quase dois anos ele funcionou perfeitamente, mas depois, misteriosamente, o touch screen dele simplesmente parou de funcionar.

    O problema se iniciou com o aparecimento de algumas faixas verticais no visor, depois o touch começou a travar e, por fim, parou de funcionar. Levei o meu telefone para uma loja (não era autorizada da Apple) que trocava telas, por um custo de R$ 750,00 troquei a tela antiga por uma nova. Saí da loja satisfeita, embora a leitura de digitais não funcionasse mais porque o Iphone somente reconhece a tela original para esse efeito.

    Cerca de 5 dias depois, a tela começou a travar e parou de funcionar, levei o telefone novamente para loja e eles substituíram a tela outra vez. Contudo, no mesmo dia a noite, a tela apresentou o mesmo problema. A solução que chegamos, em comum acordo, foi a de que a loja colocaria a tela original e devolveria meu dinheiro, já que o problema do Iphone provavelmente seria de hardware.

     Como iria viajar em pouco tempo, resolvi fazer a substituição do aparelho danificado por um novo em uma das lojas da Apple de Seattle.

     Para fazer a substituição/reparo você deve fazer um agendamento no Site do Genius Bar, para tanto você escolhe o produto da Apple para o qual quer o suporte (Iphone, no meu caso), escolhe qual o tipo de suporte (no meu caso, reparos e danos físicos) e depois o problema (optei por qualidade de tela ou monitor). 

      Feito isso se abrem diversas possibilidades, a que se deve escolher é levar para reparo. Daí você escolhe a loja que quer levar o aparelho e agenda o horário. Na hora correta você será atendido por um dos funcionários da Apple.

      O problema é que o site da Apple reconhece o IP do computador (ou outro aparelho usado para acessar a internet) é não permite agendar reparos em lojas no exterior. Para resolver esse impasse o que eu fiz foi assim que cheguei no aeroporto de Seattle (com internet de grátis de qualidade) aproveitar para fazer o agendamento. O site reconhece a sua localização e abre as lojas mais próximas, feito isso você escolhe uma e vê os horários disponíveis.

       Quando eu cheguei na loja, vi que várias pessoas tentavam reparos sem o agendamento, mas os funcionários informavam que esse serviço só está disponível mediante agendamento, então eles agendavam um horário e o cliente tinha que esperar, se os horários do dia estivessem lotados eles tinham que agendar para outro dia.

       O funcionário do Genius Bar perguntou o meu nome, viu o horário agendado e pediu para que eu aguardasse 10 minutos, pois tinha chegado mais cedo. Fiquei na loja matando o tempo e no horário correto fui chamada, me levaram até uma grande mesa onde muitas pessoas estavam sendo atendidas e rapidamente um funcionário aproximou-se e se apresentou.

         Contei a ele o problema, ele tentou fazer um reparo do sistema, o que não deu certo (levou cerca de 20 minutos) e me informou que poderia trocar meu telefone por outro novo, do mesmo modelo, pelo valor de U$ 329,00. Aceitei a oferta e em segundos estava com um telefone novo em mãos. Argumentei que meu telefone era unlocked e ele disse que a Apple, em sua trocas, fornece apenas aparelhos idênticos aos anteriores, portanto o meu seria unlocked também.


     Eles ficam com o aparelho antigo e lhe entregam um novo, sem caixa, fone de ouvido ou carregador. 

       Assim que coloquei o chip do Brasil, uma mensagem informou que o mesmo era incompatível e que eu devia procurar minha operadora ou entrar em contato com a Apple. Questionei ao funcionário que estava me atendendo se o telefone era mesmo unlocked e ele disse que sim e pediu para que tentasse desbloquear o telefone através do Itunes. Tentamos e a mensagem continuava a aparecer. Ele chamou um funcionários sênior que me informou que a mensagem aparecia porque eu não tinha desbloqueado a minha linha para uso no exterior. 

      Como estava cansada da viagem não raciocinei direito e segui meu roteiro, mesmo com algo me dizendo que eu teria problemas com o telefone. Curti a viagem, bati muitas fotos com o telefone, acessei a internet. Tudo perfeito.

      Quando cheguei ao Brasil a primeira coisa que fiz foi colocar o chip da minha operadora, e para minha surpresa a mensagem de chip não autorizado apareceu de novo. Fiquei tão triste que meu marido tentou me consolar dizendo que pelo menos o aparelho funcionaria como um tablet.

       Em busca de uma solução para o meu dilema, agendei uma ligação pelo site da Apple (super rápido e prático), logo depois uma atendente me ligou, e disse que não conseguia localizar meu aparelho novo pelo IMEI (código que fica na parte posterior do aparelho), então eu teria que enviar a nota fiscal dele para o e-mail da Apple e que possivelmente meu aparelho era bloqueado e o prazo para solução do problema seria de 5 dias úteis. 

      Tocada pelo meu desespero de ficar cerca de 7 dias sem telefone, a atendente agendou uma nova ligação após dois dias. 

     Dois dias depois, uma simpática atendente do setor especializado me informou que o problema com o meu celular era que o funcionário da loja de Seattle não tinha vinculado meu telefone novo ou antigo, então por isso ela não existia para a Apple, ela realmente não era bloqueado. Ela me pediu mil desculpas e disse que resolveria logo o problema e forneceu seu e-mail para entrarmos em contato. De fato, em menos de uma hora meu telefone estava funcionando perfeitamente.

        Escrevi este post para elucidar dúvidas sobre a troca de aparelhos, que são muitas, eu mesma tinha um monte delas. O processo é fácil e sem burocracia, eles mal olham o aparelho antigo, o meu estava até fora da garantia. Também queria deixar claro que problemas podem ocorrer, mas que existe solução para eles e a Apple foi bem cordial e competente comigo.

      





      

ESTACIONANDO EM SEATTLE - PARQUÍMETRO

     Tudo aquilo que não faz parte da sua rotina, a primeira vista, parece ser muito complicado. Estacionar fazendo o uso de parquímetros sempre me pareceu coisa de outro mundo, afinal, aqui no Brasil esse mecanismo não é usado, pelo menos eu nunca me deparei com um em minhas andanças.

        A primeira vez que utilizei um parquímetro foi em Orlando, nas imediações do Lake Eola. O fato é que todo o procedimento é meio que dedutível e você o completará sem maiores problemas.

         Em minhas andanças descobri que o sistema adotado nos parquímetros varia muito de cidade a cidade.
  
      Seattle, embora seja uma cidade grande, não tem um grande fluxo de pessoas o que torna estacionar nas ruas no centro da cidade uma tarefa fácil, inclusive estacionar bem próximo das atrações turísticas.

        Estacionamentos públicos também estão espalhados por todos os lugares, a dica que dou para aqueles que querem estacionar é chegar cedo, pois a grande maioria deles tem promoções para quem acordar mais cedo (early bird - algo como pássaro da madrugada) ou ir no final da tarde, onde também ocorrem muitas promoções.

       No primeiro em Seattle fizemos uso de um estacionamento público perto do Westlake Center, como chegamos antes das 9:00am, aproveitamos a tarifa mais barata dos early birdies (U$ 10,00 até às 5:00pm).

     O estacionamento era um prédio de vários andares, bem antigo, sem elevadores ou luxo. Estacionamos no sexto andar, único local ainda com vaga, e tivemos que descer tudo de escada. Quando chegamos no térreo, descobrimos que havíamos cometido a nossa primeira mancada da viagem.

     Não havia ninguém no local, apenas 3 máquinas, rodei o estacionamento e encontrei um funcionário que me explicou que deveria digitar na máquina o número da minha vaga, selecionar as horas que ficaria no local e pagar, simples assim... O problema é que não sabíamos o número da vaga em que havíamos estacionado o nosso carro. Meu marido se ofereceu para subir os seis lances de escada e pegar o bendito número, depois descer tudo de novo.

        O sistema dos estacionamentos é muito fácil, basta digitar a vaga, escolher a opção (a nossa foi early bird), pagar (dinheiro ou cartão) e imprimir o recibo. Um detalhe que me chamou a atenção é que ninguém confere o recibo, você entra e sai na base da confiança, mas todos que eu vi utilizarem o estacionamento efetuaram o pagamento, assim como deveria ser em todos os lugares, uma pena que isso não fosse funcionar aqui no Brasil.

         Quanto aos parquímetro, achei que em Seattle eles são a melhor opção, pois é fácil achar vagas bem próximas a todas as principais atrações.

        As vagas ficam delimitadas nas ruas e uma placa informa o máximo de horas que você pode ficar estacionado naquele local. Quanto mais próxima a vaga for de uma atração turística o tempo de permanência é menor, o parquímetros que utilizamos nessa viagem variavam de 2 horas de permanência a até 8 horas.

        Escolhido o local basta você estacionar dentro das marcações da vaga e se dirigir ao parquímetro para efetuar o pagamento e receber o comprovante. O parquímetro aceita moedas (inclusive de cents) e cartão de crédito. Aproveitamos para nos livrar de um monte de moedas de 1 cent e 5 cents.

        Se for pagar com moedas, a medida que elas vão sendo colocadas o display do parquímetro lhe mostrará o tempo de permanência pago, caso opte por cartão de crédito, escolha o tempo de permanência e efetue o pagamento. Feito isso a máquina imprimirá um recibo adesivo. Você deve descolá-lo e utilizar a parte de trás, que tem cola, para afixá-lo no vidro do carro. Abaixo você pode ver as fotos que eu bati do recibo, para facilitar a compreensão do mecanismo.








         Conforme a parte traseira do recibo (foto acima) informa, há um padrão que se deve seguir para colar o recibo no vidro, caso contrário o mesmo não será válido. Se você estacionar paralelamente ao meio-fio, o recibo deve ser afixado na janela do carro que ficar do lado da calçada. Se estacionar em ângulo, o recibo deve sempre ser afixado na janela do motorista.

     Como estacionamos paralelamente ao meio-fio, colamos o recibo na janela que dava para a calçada, veja a foto abaixo.


    A fiscalização é intensa, diversas vezes vimos policiais conferindo e multando os carros estacionados na rua. Por isso, não recomendo que não efetuem o pagamento ou deixem o prazo de permanência extrapolar.

     Caso tenha ficado alguma dúvida, fiz um filme demonstrando como se deve proceder, basta colocar moedas até chegar ao tempo desejado e imprimir.



            Agora é só estacionar e curtir a belíssima cidade de Seattle.


PEGANDO FERRY EM SEATTLE PARA O OLYMPIC NATIONAL PARK

     Quando comecei a minha pesquisa sobre Seattle pouco encontrei sobre a travessia de balsa (ferry) até o Olympic National Park, então eu meio que fiz o passeio as cegas.

     Como estava hospedada em um hotel na cidade de Lynwood, o que já indico a todos pois além de ser mais barata é colada à Seattle e repleta de restaurantes e lojas conhecidos e maravilhoso, como Olive Garden, Red Lobster, Dennys, Buca di Beppo, Ross Dress, Walmart, TJ Maxx, etc., ficava mais perto ir de ferry.

     Acordamos cedo e seguimos de carro para a cidade de Edmonds, vizinha à Lynwood, como é perto e as estradas são excelentes o percurso é bem rápido.

   Quando se chega perto do litoral de Edmonds as placas indicativas do ferry passam a ser frequentes, optamos por segui-las ao invés do GPS o que foi acertado, pois o GPS nos levaria direto às balsas e não à cabine onde se compra os ingressos e se aguarda em fila até a chegada da balsa.

      Como muitos locais utilizam as ferrys como meio de transporte, a disponibilidade de horários é muito grande, mas aconselho a todos que acessem o site do Washington Ferries para verificar qual partida mais se adapta ao seu roteiro e evitar imprevistos.

      O valor do ferry é variável de acordo com o tamanho do carro e a quantidade de passageiros presentes, o carro que tínhamos alugado era um fusion e estávamos somente eu e meu marido, o valor ficou em U$ 26,40, conforme extrato abaixo.


     Pagar a entrada é muito fácil, o responsável pelo guichê lhe dirá o valor, que também fica exposto em um placa, basta pagar, pegar o troco e ficar esperando em uma das quatro filas a hora do embarque.

    Nessa área de espera tem banheiro e uma pequena lanchonete.

    Na hora do embarque um funcionário fica orientando a saída, que se faz fila a fila. Na balsa outro funcionário  orienta o local onde devemos estacionar o carro, simples assim. Algumas pessoas optam por permanecer no carro, já que a travessia não demora muito.



Obs: Animais são permitidos, mas devem permanecer nos carros. Vi vários cachorros na minha travessia, inclusive de grande porte.

   Para quem optar por esperar a travessia no ferry, o que foi o nosso caso, basta subir as escadas.

   O ferry é climatizado, tem várias mesas e cadeiras e uma lanchonete, que na hora que eu embarquei estava servindo café da manhã. Ela funciona como um mercado, você escolhe seus itens e paga no caixa.


    Achei muito interessante o fato de em umas das mesas ficar disponibilizado um quebra-cabeça daqueles de mil peças para as pessoas passarem o tempo.


     Tem um deque de observação no nível principal e outro um nível acima, embora a visão seja linda o vento frio não me permitiu permanecer muito tempo neles. É comum se avistar baleias nessas águas, mas não tive a sorte de vê-las na minha viagem.

     Próximo à chegada uma mensagem pede que todos se dirijam a seu carros para a saída. Basta sair e pronto, estaremos no Olympic National Park.



RAINFOREST CAFE - UM LUGAR SELVAGEM PARA COMER

Embora para nós brasileiros a ideia de um restaurante temático seja algo distante do nosso cotidiano, nos Estados Unidos é super comum. Existem diversos tipos de restaurantes temáticos: Medieval Times, TRex Cafe, Pirate´s Diner, Heart Attack, Dick´s Last Resort, e muitos outros.

 O Rainforest Cafe está presente em 10 estados americanos: Florida, Texas, Arizona, Califórnia, Nevada, Tennessee, Illinois, Minnesota, Michigan e New York. Mas é em Orlando que ele é frequentemente visitado pelos brasileiros.


O sucesso da rede pode ser explicado pela ambientação impecável que faz todos, adultos e crianças, se sentirem dentro de uma floresta tropical. A comida também é saborosa e com diversidade de sabores, agradando aos mais diversos paladares.

Em Orlando existem dois Rainforest Cafe, um fica em Disney Springs e o outro no Animal Kingdom. Já fomos nos dois e eles se diferem pouco, então opte por aquele que melhor se adequar ao seu roteiro. Entretanto o vulcão da fachada do Rainforest Cafe de Disney Springs, que entra em atividade de tempos em tempos, é imperdível.


DICA: Você não precisa ter ingresso para comer no Rainforest Cafe do Animal Kingdom, ele é o único restaurante dos parques da Disneyworld em que você não precisará de ingresso se quiser visitar, ele tem uma entrada voltada ao estacionamento.

A entrada do Rainforest Cafe sé dá através de uma Gift Shop (lugar comum em Orlando) muito linda, ela é uma perdição para adultos e crianças. As pelúcias desse lugar são incríveis, impossível sair sem uma.




Os cuidados com a ambientação já podem ser sentidos na Gift Shop, em enorme aquário adorna a área e a árvores falante é um espetáculo.


Se você estiver indo em uma das unidades de Orlando é recomendável fazer um reserva antes para evitar ficar esperando. A reserva deve ser feita no site da Disney.

Uma vez dentro do restaurante você terá uma noção completa de como a decoração é perfeita, até as mesas entram no clima, todas são coloridas com estampas de animais.


Diversos bonecos animatrônicos de animais estão espalhados pelo restaurante e eles são tão reais que algumas crianças podem até ficar com medo. O ambiente é extremamente estimulante para adultos e crianças, entretanto o barulho pode incomodar alguns adultos.

O ápice dessa experiência gastronômica acontece de tempos em tempos, quando a luz do Rainforest Cafe que já é baixa fica ainda mais baixa e um barulho alto dos animais em rebuliço invade o ambiente eles começam a ganhar vida. É extremamente real, o que, como disse acima, pode provocar medo nas crianças menores.

Minha filha, a princípio ficou um pouco assustada, mas depois que eu expliquei que eram apenas robôs ela entrou no clima e ficava esperando ansiosamente os animais ganharem vida novamente.

Como a maioria esmagadora dos restaurantes americanos, o Rainforest Cafe conta com um menu infantil, que vem com atividades e giz de  cera para distrair os pequenos enquanto a comida não chega.

Ao contrário do que a maioria de brasileiros e pessoas de outra nacionalidade pensam sobre os hábitos dos americanos, existem sim diversas opções saudáveis para crianças, aliás eles tem uma preocupação enorme com a qualidade da alimentação dos pequenos.

As opções para os pequenos são: peito de frango grelhado, macarrão com queijo, hot dog, espaguete com molho vermelho, Alfredo ou de manteiga, sanduíche de queijo, pizza de queijo ou pepperoni, costela de porco, camarão empanado, nugget em formato de dinossauro e cheeseburguer, feita essa escolha você opta por um dos acompanhamentos a seguir: purê de batatas, vegetais cozidos no vapor, milho verde, frutas frescas ou molho de maça (você pode optar por batata fritas ou chips também, embora elas estejam escondidinhas no cardápio), para beber opte por suco de maça, leite ou água (ou refrigerante que também fica escondido no cardápio).

Esses simpáticos chapéus de sapinhos são distribuídos no restaurante.



Você pode optar por pedir a bebida de seu filho (ou a sua) em um copo souvenir do local, ele é lindo e ainda pisca. Ele custará um valor adicional mas vale a pena.

Visitamos o Rainforest próximo de Chicago (Woodfield) para comemorar o aniversário do meu filho, avisei ao nosso garçom e ele ganhou esse lindo cupcake de brinde, além de todos os funcionários terem cantado parabéns para ele. Na maioria dos restaurantes dos Estados Unidos você ganha um mimo parecido com esse ao vistá-lo no dia do seu aniversário.


Mas se você estiver em um grupo grande, ou muito faminto, a dica para se comemorar uma festa ou para aproveitar uma sobremesa deliciosa é pedir o Volcano, uma vulcão de brownie, sorvete de creme e calda de chocolate quente. Humm, só de pensar começo a salivar.


Acho que esse restaurante deve ser visitado, o fato dele aliar boa comida a um ambiente incrível os faz ser um dos top 10 dez ma minha lista. Se estiverem nos Estados Unidos em um dos estados em que ele tem filial, não percam a chance.

CONHECENDO A ESTÁTUA DA LIBERDADE DE GRAÇA - LADY FREEDOM

Quando se fala em Nova Iorque qual o primeiro símbolo que nos vem a mente, ela a Estátua da Liberdade, afinal a Lady Freedom é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade. Mas ao contrário da grande maioria dos pontos turísticos de Nova Iorque, não dá para visitá-la simplesmente andando. Como muitos devem saber, a Estátua da Liberdade fica em uma ilhota no meio do Rio Hudson, ou seja, para chegar lá só de barco.

Assim como todo turista que está Nova Iorque nos queríamos visitar seu símbolo mais famoso, mas como tinha ido outras vezes sabia que isso significaria enfrentar filas intermináveis só para entrar no barco e depois ficar disputando espaço com uma horda ensandecida de turistas e suas máquinas fotográficas. Como estava com crianças pequenas e no meio de um dos invernos mais rigorosos da cidade, sabia que não seria uma boa ideia.

No momento que planejava a viagem, lembrei que já havia feito um passeio que possibilitava ver a Estátua da Liberdade, toda a Lower Manhattan, a ponte do Brooklyn e a Ponte Verrazano e o melhor, de graça e sem filas. Não foi difícil optar por esse passeio.

Para tanto basta nos dirigirmos para o Ferry Boat de Staten Island. Staten Island é um dos 5 boroughs de Nova Iorque ( os outros quatro são Brooklyn, Queens, Bronx e Manhattan), como se pode obsevar no mapa abaixo.


Para chegar ao terminal sul, onde pegamos a barca, é só pegar os metrôs da linha 1 e desembarcar na estação South Ferry ou da linha R e desembarcar na estação Whitehall St. Embora os percursos sejam distintos, tanto a linha 1 como a linha R terminaram no mesmo lugar, e assim que você sair da estação do metrô verá uma enorme placa com os dizeres Staten Island Ferry.

Haverá uma multidão à espera da balsa na estação, mas não se preocupe, todos vão caber na balsa e ela não ficará superlotada. As estações são bem limpas, organizadas e tem wi-fi grátis, o que divertiu meu filho enquanto ele esperava a hora do embarque.

DICA: Os banheiros daqui são limpos. Como Wall Street não tem tantos banheiros públicos, aqui é uma boa opção.





O ferry boat parte do Whitehall Terminal em Manhattan e em cerca de 30 minutos, aporta no St George Terminal, em Staten Island.

Os ferrys circulam todos os dias da semana, 24 horas. Nos horários de pico (06:00am às 9:30am e 3:30pm às 8:00pm) os barcos saem a cada 15 ou 20 minutos. Nos horários menos concorridos os ferrys partem a cada 30 minutos. Consulte os horários exatos nesse site.

A principal dica é assim que você entrar no ferry se dirigir para o lado direito e na volta para o esquerdo, dessa forma você terá uma visão melhor da Estátua da Liberdade. A parte interna do ferry fica mais vazia, embora seja climatizada. No dia que fomos o tempo estava um pouco nublado o que dificultou a visão da Lady Freedom e estava um frio de rachar, não consegui ficar todo o tempo do lado de fora, e descobri que parte interna ficam os locais, cansados de ver a estátua todos os dias optam pelo conforto.






DICA: Dentro do ferry também tem uma lanchonete.

Uma coisa que pode decepcionar um pouco é o fato da Estátua da Liberdade não ser tão grande quando imaginamos quando a vemos nos filmes, mas mesmo assim é indescritível a sensação que temos quando ela vem surgindo no meio do Rio Hudson.



Quando o ferry chega ao St George Terminal todos os passageiros tem que descer, mesmo aqueles que querem só fazer um bate e volta. Você pode aproveitar para dar uma volta por Staten Island ou retornar imediatamente para dar uma volta no Wall Street, no Memorial 11 de setembro, Century 21 e Brooklyn Bridge, que foi o que fizemos nesse dia.


PARQUE RODÓ E RAMBLAS POCITOS E BUCEO - MONTEVIDÉU

Em minhas viagens sempre tento incluir um parque ou praça em meus roteiros, acho que passear descontraidamente por esses lugares é uma das melhores formas de ver como os locais vivem, além de, na maioria das vezes, ser um passeio gratuito. 

Quando comecei a pesquisar sobre Montevidéu descobri que o Parque Rodó é um dos mais famosos da cidade e fica localizado em um dos bairros mais nobres, o Punta Carretas. Ele foi construído a princípio para ser um parque de diversões e foi sendo modificado até adquirir o formato atual: dois parques, sendo um voltado para os adultos e outro para crianças.

O Parque Rodó tem ainda um belo lago com pedalinhos, um castelo (que na verdade é uma biblioteca infantil - que meus filhos adoraram visitar) e um Museu de Artes Visuais.


O nome dele foi uma homenagem ao importante escritor uruguaio José Henrique Rodó e uma das principais atrações do parque é uma estátua em sua homenagem.

O parque é muito agradável, muito bem arborizado o que o torna extremamente convidativo para uma caminhada, entretanto para as mamães que estão com o carrinho, o meu caso à época, ele não prima muito pela acessibilidade e tem bastante trilhas de areia e pedriscos o que torna difícil caminhar com o carrinho.



Mas, mesmo assim, acho que valeu muito a pena a visita, meus filhos curtiram muito o lugar, e mesmo com as dificuldades relatadas, conseguimos andar com o carrinho pelo parque, embora algumas vezes tivéssemos que ergue-lo para chegar a um lugar ou outro, mas para nós brasileiros isso já é comum.

O parque tem diversos bancos espalhados convidando os transeuntes a um descanso, além disso ele tem wi-fi grátis.

DICA: Nas manhãs de domingo acontece uma feirinha de artesanato na Av Julio Herrera y Reissig, na região central do parque.

Ele é muito frequentado pelos locais, que aos domingos enchem as quadras de futebol e tênis existente no local.

Você deve começar pela parte superior do Parque Rodó, na Rua Gonzalo Ramirez, onde fica um parque de diversões infantil que alegrou os pequenos com  brinquedos tradicionais como a centopeia. Se você seguir andando chegará ao lago onde ficam os pedalinhos, nessa área tem uma lanchonete simpática com vista para o lago.

Continuando o passeio chegaremos ao parque voltado aos adultos (Rambla Presidente Wilson), onde fica um parque de diversão para os maiores e o Cassino Municipal. Aqui fica a Playa Ramirez que é muito bonita.

Ao redor do Parque Rodó você encontrará várias opções de restaurantes, bares e lanchonetes.

Como fomos no inverno, estava muito frio, ventando muito, e o parque não estava muito lotado.

Uma ótima opção é aproveitar o passeio pelo parque Rodó e seguir para as Ramblas que são avenidas litorâneas de Montevidéu que tem mais de 20km de margens ao longo do Rio de La Plata.

Percebi que os Uruguaios tem uma ligação muito forte com o Rio de La Plata e, consequentemente, com as Ramblas. Como fizemos nosso passeio em um dia de domingo, diversas pessoas estavam nas ramblas, fazendo piquenique, jogando bola, passeio com os cachorros ou simplesmente vendo a paisagem.

Seguimos de carro para a praia de Pocitos que fica na Rambla Republica del Peru e em um dos bairros mais bonitos de Montevidéu, com bons restaurantes, hotéis, lojas e um paredão de prédios à beira-mar (ou melhor beira-rio), um calçadão convida para uma caminhada.

De lá seguimos para a Rambla de Buceo na Rambla Armenia, onde ficam os prédios mais altos e modernos da cidade. Nesse local fica uma bela Marina e um Píer bem grande que avança pelo mar.

Terminamos nosso roteiro nele, observando o por-do-sol, em mais um dia inesquecível.




RED LOBSTER - PARA OS AMANTES DE FRUTOS DO MAR

RED LOBSTER - UM MAR DE SABORES


O restaurante Red Lobster (Lagosta Vermelha) é na verdade uma cadeia de restaurantes criada nos Estados Unidos, mas especificamente na cidade de Lakeland, Flórida, por Bill Darden.

Como é fácil de se imaginar em razão no nome do restaurante sua especialidade é frutos do mar, como por exemplo lagostas, camarões, caranguejos, lula e etc.

A rede abriu recentemente restaurantes no Brasil no Aeroporto Internacional de Guarulhos e no Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília.

Quando Bill Darden abriu o seu primeiro restaurante, com 19 anos de idade, o The Green Fog. Entretanto como a paixão dele era frutos do mar, em 1968 ele inaugurou o primeiro Red Lobster, nos anos 70 a marca se estabeleceu e se tornou líder no seguimento de frutos do mar. Atribui-se a rede a invenção do popcorn shrimp, pedaços pequenos de camarão empanados que parecem pipocas.

A rede tem grande distribuição no Estados Unidos e Canadá, em qualquer região pode-se encontrar  facilmente um restaurante Red Lobster. Se você quiser achar o restaurante mais próximo em uma viagem, basta colocar o zip code (cep) ou o nome da cidade ou estado neste site.

A rede costuma ter estacionamento farto (gratuito) e manter o mesmo layout, assim como todas as cadeias de restaurantes estadunidenses. 

Logo na entrada do restaurante fica um grande aquário com lagostas, elas tem as patas amarradas e você pode solicitar que um atendente pegue-a para você segurar. Eles avisam que elas costumam se mexer bastante, e de fato elas dão umas sacudidas brabas, mas no máximo provocam gritos assustados. Meu filho criou coragem e escolheu uma das grandes para bater a foto abaixo.



Os pratos são bem servidos, embora em sua maioria sejam individuais servem dois adultos sem muita fome. 

Assim como a grande maioria dos restaurantes americanos, logo na entrada fica um hostess que pergunta quantas pessoas, adultos e crianças, participarão da refeição. Feito isso ela pega os cardápios para as crianças, que acompanham giz de cera, e nos leva à mesa.

O garçom chegará e se apresentará, nesse primeiro momento ele trará os cardápios e indagará o que os presentes querem beber, lembrando que a água é gratuita, embora seja retirada da torneira, o que é comum nos EUA, caso você opte por uma garrafa mineral (bottle of water) terá que pagar. Os refrigerantes são refis, sempre que seu copo secar o garçom perguntará se você quer mais, sem nenhum custo adicional por isso.

Junto com as bebidas. o garçom trará deliciosos pãezinhos de cortesia, bem quentinhos. Para mim, os pãezinhos do Red Lobster são um dos melhores, porque na verdade tratam-se de biscuits.


Eu gosto muito dos seguintes pratos com camarão:

. Admiral´s Feast U$ 19,79 - que vem com peixe, vieiras, camarão e mariscos, todos empanados e fritos. Sei que não é light, mas é delicioso.



. Shrimp Linguini Alfredo - U$ 14,49 (meia porção) ou U$ - 18,49 (inteira) - que o fettucine com molho Alfredo e camarões.

Quanto ao caranguejo, todos da minha família são apaixonados pelo Snow Crab Legs - U$ 20,49 - que são as patas do caranguejo gigante das águas geladas. Huummm.



Se for amamnte de lagosta peça o Rock Lobster Tail - U$ 34,99 - que é a cauda da lagosta grelhada à perfeição, com arroz selvagem e brocólis.

O menu infantil tem ótimas opções, desde o batido macarrão com queijo U$ 5,79 (muito comum nos EUA, mas que eu particularmente acho sem gosto, opinião compartilhada pelos meus filhos), camarão ao alho e óleo (Garlic-Grilled Shrimp) U$ 5,99, uma porção pequena de Snow Crab Legs U$ 9,79, Popcorn Shrimp (camarões empanados) U$ 5,99, Peito de Frango Grelhado (Grilled Chicken) - U$ 6,29, Peixe Grelhado (Broiled Fish) U$ 5,99 e Nugget de Frango (Chicken Fingers) - U$ 6,29.

Sempre indico esta cadeia de restaurantes, ainda mais para os amantes de frutos do mar.




CASAPUEBLO

CASAPUEBLO


Quando estava montando o meu roteiro do Uruguai, pesquisei algumas atrações mais voltadas para as crianças, assim a viagem fica mais interessante tanto para mim quanto para eles. Viajar em família é saber adequar os interesses e necessidades de todos os membros.

Então, eis que surge a Casapueblo, localizada à 26km de Punta Del' Leste, em Punta Ballena. Como Punta Del' Leste já estava no nosso roteiro, embora estivéssemos viajando no inverno, achei que era uma ótima ideia fazer esse afago nos meninos.

A antiga moradia de verão do artista plástico e arquiteto uruguaio Carlos Paéz Vilaró, uma construção que lembra as casas gregas de Santorini, virou um ponto turístico que reúne museu, loja, galeria de arte, restaurante e hotel com 12 suítes e 56 apartamentos, com seus terraços voltados para o mar. Ela serviu de inspiração para o nosso conterrâneo ilustre Vinícius de Moraes compor a canção "A Casa", uma das músicas preferidas da minha filha.


Antes de visitarmos o lugar contei a história da casa e de como ela serviu de inspiração para a composição da música "A Casa" para os meninos. Isso serve para prepará-los para a atração e criar vínculos com ela. Antes de chegarmos ele já estavam ansiosos.

Quando a visitei, o horário de funcionamento era das 10:00 às 18:00 e o ingresso custava U$ 6,00.

Antes de se chegar à casa fica a famosa parede dando boas-vindas aos visitantes.



A casa é mais visitada perto do por-do-sol, como ela fica à beira de um penhasco de frente para o mar o visual é inesquecível no crepúsculo. Várias pessoas se reúnem ali todos os dias para desfrutar desse visual. No momento em que o sol vai se pondo, todos os dias, um poema de Carlos Paéz, lido pelo próprio, ecoa pelo local. O Poema é um despedida para o Sol, o astro que motivou a construção do local.

A construção começou em 1958 ao redor de uma casinha de lata usada por Carlos Vilaró como ateliê. Posteriormente a casa de lata foi demolida e construída outra de madeira e, dois anos depois, começou a ser coberta com cimento e cal. A intenção do uso do branco da cal era contrastar com azul do céu e do mar. A partir desse momento a obra de arte habitável passou a ser esculpida à mão, razão pela qual a construção não possui uma linha reta sequer.

Por ser construída aos poucos, a casa ganhou ares de labirinto. Porém seu idealizador disse ter se baseado nos ninhos do joão-de-barro.

Como tínhamos alugado carro não tivemos maiores problemas em chegar ao local, como era começo de inverno não havia muitos visitantes, embora estivesse fazendo sol, o dia estava frio e ventava muito local, afinal estamos num penhasco à beira-mar.

Para quem vai com crianças a dica é mantê-las sempre próximas, os terraços não tem proteção e ficam à beira do penhasco e tem diversas obras espalhadas pela casa. Então, todo cuidado é pouco.



O acesso aos visitantes fica restrito a alguns lugares, afinal aqui funciona ainda um hotel e é a moradia do artista. A partir de um grande gramado do lado de fora da Casapueblo é possível avistar toda a construção.

Perto da Casapueblo fica o famoso mirante, para chegar até basta seguir pela Rambla Panoramica até o seu final. O Mirador de Punta Ballena tem vista para os dois lados da Península. Também é possível ver, ao fundo, os prédios de Punta Del Leste.

Não espere muita coisa do Mirante além da paisagem hipnotizante, não existe ali uma grande obra de engenharia como se pode ver na foto.







Como dá para perceber na foto, no Mirante o vento estava ainda mais forte e frio, mas a beleza do lugar compensou o desconforto térmico, tanto é que nos sentamos no peitoril para admoirar a vista por um tempo. Uma das vantagens de se viajar é reservar um tempo para apenas ver o mundo ao lado das pessoas que amamos, sem muita pressa e expectativas.

A Casapueblo e o Mirante de Punta Ballena, foram um dos pontos altos da nossa viagem ao Uruguai. Eles entram na lista daqueles lugares mágicos que nos fazem querer sempre viajar e ficam guardados na nossa memória para sempre.